Uma decisão de arquitetura mobile que a IA mudou, uma forma gerenciada de colocar agentes em produção e um novo caminho para escalar o PostgreSQL.

Shopify troca o React Native por Swift e Kotlin porque a IA barateou o código nativo
A Shopify, que adotou o React Native em 2020 para escrever cada funcionalidade uma só vez, anunciou que vai voltar a desenvolver seus apps em Swift e Kotlin. A empresa diz que a aposta deu muito certo e que o React Native segue sendo um ótimo framework, mas que os modelos de código melhoraram tanto que fazer a mesma funcionalidade nas duas plataformas nativas deixou de ter o custo de antes. Por isso, reavaliou a decisão desde o início, já que uma das premissas mudou.
A escolha entre app nativo e multiplataforma precisa ser revista à luz do que a IA mudou no custo de desenvolvimento. Empresas planejando um app novo ou uma reescrita podem refazer essa conta antes de decidir.
Como a Dexpert ajuda: Aplicativos MobileFontes
- Shopify Engineering: Native is now the future of mobile at Shopify

Agents API da OpenAI dá às aplicações acesso gerenciado ao harness do Codex
A OpenAI lançou a Agents API, que dá às aplicações acesso ao harness do Codex como serviço gerenciado. A OpenAI cuida de sessões, orquestração, compactação de contexto e recuperação, enquanto a aplicação fornece as ferramentas e escolhe onde o agente executa, inclusive em sandboxes hospedadas pela OpenAI, onde ele roda código, edita arquivos e se conecta a servidores MCP. Entre os exemplos estão agentes de análise de dados com SQL somente leitura, bots de Slack e revisores de documentos.
Colocar agentes em produção exige menos infraestrutura própria, o que encurta o caminho do protótipo ao produto. O trabalho passa a se concentrar nas ferramentas, nos dados e nas permissões que o agente vai ter.
Como a Dexpert ajuda: Inteligência ArtificialFontes
- OpenAI Developers: Agents API

PlanetScale lança o Neki, Postgres com sharding sem trocar de banco
A PlanetScale colocou em prévia o Neki, que distribui um banco Postgres por várias máquinas mantendo um Postgres real em cada shard, com primário e pelo menos duas réplicas em três zonas de disponibilidade. A aplicação se conecta a um roteador pelo protocolo padrão do Postgres, então drivers, ORMs e strings de conexão continuam funcionando, e mudanças de esquema, atualizações e redistribuição dos dados rodam sem parar o sistema. Dá para começar sem sharding e dividir o banco só quando ele não couber numa máquina.
Empresas cujo Postgres se aproxima do limite de uma máquina ganham uma opção de crescer sem reescrever a aplicação nem abrir mão de extensões. Vale planejar a chave de shard antes que o crescimento vire urgência.
Como a Dexpert ajuda: Backend e APIsFontes
- PlanetScale: Introducing Neki
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