Um modelo aberto feito para ser ajustado, um fluxo de publicação de apps Apple pensado para agentes e uma ferramenta de pesquisa do Google que passou a analisar dados.

Thinking Machines lança o Inkling, modelo aberto pensado para ser customizado
A Thinking Machines lançou o Inkling, modelo de pesos abertos treinado do zero, com 975 bilhões de parâmetros, dos quais 41 bilhões ativos, contexto de até 1 milhão de tokens e raciocínio sobre texto, imagem e áudio. A própria empresa diz que ele não é o modelo mais forte disponível, mas uma boa base para ajuste fino, que pode ser feito na sua plataforma Tinker. Junto veio uma prévia do Inkling-Small, mais leve e barato.
Empresas com dados e tarefas muito específicas podem partir de um modelo aberto e ajustá-lo ao próprio negócio, em vez de depender só de modelos genéricos. O primeiro passo é ter exemplos de qualidade das tarefas que se quer melhorar.
Como a Dexpert ajuda: Inteligência ArtificialFontes
- Thinking Machines Lab: Inkling: Our Open-Weights Model
Como compilar e publicar apps Mac e iOS sem abrir o Xcode
Scott Willsey mostra um fluxo para criar e publicar apps Mac e iOS só pelo terminal, o que facilita trabalhar com agentes como o Claude Code. O Xcode precisa estar instalado, mas ferramentas como xcodebuild, notarytool e devicectl rodam pela linha de comando, e o XcodeGen gera os projetos a partir de um arquivo de configuração. Depois de alguns passos únicos, como criar o certificado e guardar a senha de notarização, assinar, notarizar e instalar viram um único script, sem segredos no repositório.
Builds e publicações automatizadas reduzem erros manuais e permitem que agentes e pipelines de CI cuidem de todo o ciclo dos apps Apple. Vale aplicar o mesmo princípio a qualquer projeto mobile.
Como a Dexpert ajuda: Aplicativos MobileFontes

NotebookLM vira Gemini Notebook e passa a executar código para analisar dados
O Google renomeou o NotebookLM para Gemini Notebook, que segue como produto próprio, mas integrado ao app Gemini e, em breve, ao Modo IA da Busca. Cada caderno ganha um computador seguro na nuvem para escrever e executar código, o que permite análises de dados baseadas nas fontes do usuário, primeiro para assinantes Ultra e clientes Workspace e depois para todos os usuários Pro. Segundo o Google, mais de 30 milhões de pessoas e 600 mil organizações usam a ferramenta.
Equipes de negócio podem fazer análises mais profundas sem depender sempre da área de dados. Para dados sensíveis ou integrados a sistemas internos, uma solução sob medida pode ser o próximo passo.
Como a Dexpert ajuda: Transformação DigitalFontes
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