Modelos abertos que rodam até em celulares, um jeito mais barato de dar documentação a agentes e uma mudança no Android que afeta quem publica apps no Brasil.
Gemma 4 traz modelos abertos do Google para celulares, IoT e GPUs comuns
O Google DeepMind lançou o Gemma 4, família de modelos abertos construída a partir da pesquisa do Gemini 3. As versões menores entendem áudio e imagem e rodam offline em dispositivos como celulares, Raspberry Pi e Jetson Nano, e as maiores são otimizadas para GPUs de consumo e voltadas a assistentes de código e agentes. Os modelos têm suporte nativo a chamadas de função e podem ser ajustados com os frameworks preferidos de cada equipe.
Rodar IA de bom nível no próprio hardware reduz custo por chamada e mantém os dados dentro da empresa. É uma opção a considerar para apps offline, dispositivos de campo e assistentes internos com dados sensíveis.
Como a Dexpert ajuda: Inteligência ArtificialFontes
- Google DeepMind: Gemma 4

Mintlify troca o RAG por um sistema de arquivos virtual e abre sessões em 100 ms
A Mintlify conta que seu assistente de documentação só recuperava trechos que batiam com a busca e falhava quando a resposta estava espalhada em várias páginas. A equipe quis que o agente explorasse a documentação como explora código, com comandos como grep, cat e ls, mas criar uma máquina isolada por conversa levava cerca de 46 segundos e custaria mais de US$ 70 mil por ano. A solução foi o ChromaFs, um sistema de arquivos virtual que traduz esses comandos em consultas ao banco já existente, o que derrubou a abertura de sessão para cerca de 100 milissegundos sem custo extra de computação.
Assistentes que precisam responder com precisão sobre documentação, contratos ou bases de conhecimento podem ganhar muito ao navegar o conteúdo em vez de só buscar trechos. E dá para fazer isso aproveitando a infraestrutura de busca que a empresa já tem.
Como a Dexpert ajuda: Inteligência ArtificialFontes
Verificação de desenvolvedores Android começa a valer no Brasil em setembro
O Google começou a liberar a verificação de desenvolvedores Android para todos, no Play Console e no novo Android Developer Console, inclusive para quem distribui apps fora da Google Play. A experiência dos usuários muda primeiro no Brasil, Indonésia, Singapura e Tailândia, em setembro, e se expande para o mundo em 2027. Depois disso, instalar um app não registrado vai exigir um fluxo avançado ou ADB, e o Android Studio vai mostrar o status de registro do app ao gerar o pacote assinado.
Empresas brasileiras que distribuem apps Android por fora da loja, como apps corporativos ou de campo, precisam verificar a conta e registrar os apps antes de setembro. Vale incluir essa etapa no processo de publicação agora.
Como a Dexpert ajuda: Aplicativos MobileFontes
Quer colocar uma dessas novidades para trabalhar na sua empresa?
A Dexpert desenvolve sistemas, apps, integrações e soluções de IA sob medida. Conte o que você precisa e receba uma estimativa, ou faça o diagnóstico gratuito de maturidade digital.