Nesta semana: o que funciona para dar contexto a agentes de código, um caso grande de modernização com Rust e um novo modelo aberto focado em agentes.

Um índice de documentação no AGENTS.md acertou 100% nos testes da Vercel
A Vercel testou duas formas de ensinar a agentes de código as APIs novas do Next.js 16, que ainda não estão nos dados de treino dos modelos. Um índice compacto da documentação, de 8 KB, colocado no arquivo AGENTS.md atingiu 100% de acerto, enquanto as skills chegaram no máximo a 79%. Em 56% dos casos o agente nem chegou a chamar a skill.
Quem usa agentes de código no dia a dia ganha mais colocando contexto essencial, como versões, padrões e regras do projeto, num arquivo sempre lido pelo agente. É um ajuste barato que reduz código errado e retrabalho.
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WhatsApp leva sua biblioteca de mídia reescrita em Rust a bilhões de dispositivos
A Meta conta que o WhatsApp passou a usar Rust na verificação de arquivos de mídia, uma biblioteca que analisa automaticamente cada imagem e vídeo recebido para barrar arquivos malformados. A biblioteca original em C++ foi reescrita em Rust, uma linguagem com segurança de memória, e distribuída para apps e navegadores. Segundo a empresa, é a maior implantação de uma biblioteca em Rust no mundo.
O caso mostra que reescrever partes críticas de um sistema, e não ele todo, é um caminho viável de modernização. Componentes que processam dados externos, como uploads e integrações, são bons candidatos a começar.
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- Engineering at Meta: Rust at Scale: An Added Layer of Security for WhatsApp
Kimi K2.5 coordena até 100 subagentes em paralelo
A Moonshot AI lançou o Kimi K2.5, modelo aberto e multimodal treinado com cerca de 15 trilhões de tokens de texto e imagem. Para tarefas complexas, ele cria sozinho um enxame de até 100 subagentes que trabalham em paralelo com até 1.500 chamadas de ferramentas, o que, segundo a empresa, reduz o tempo de execução em até 4,5 vezes. A Moonshot destaca o desempenho em programação, especialmente de interfaces front-end, e a geração de código a partir de imagens e vídeos.
Modelos abertos com esse nível ampliam as opções para empresas que querem controlar custos ou hospedar a IA em infraestrutura própria. Vale testá-los em tarefas reais do negócio antes de escolher um fornecedor.
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